quinta-feira, 31 de março de 2011
Viagem para a Itália é o prêmio de concurso fotográfico
“As Cores do Esporte” é o tema do concurso fotográfico promovido pela Unione Sportiva ACLI Nazionale (Itália), as ACLI Italianas e a Unione Sportiva ACLI São Paulo. O objetivo é mostrar através de imagens os aspectos sociais, morais, medicinais e educativos do esporte. Os inscritos no Brasil concorrem a prêmios, e o vencedor ganha uma passagem de ida e volta à Itália. As fotos podem ser enviadas até o dia 24 de maio. Mais informações: acli@terra.com.br.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Vídeo para a mobilização do dia 23
O Sintrajufe disponibiliza este vídeo para reforçar a Mobilização Nacional desta quarta-feira, dia 23/3, e contribuir para qualificar o debate com os colegas.
Com imagens de mobilizações e textos, o vídeo mostra as adversidades e conquistas da categoria ao longo dos anos.
Destaca que algumas conquistas só vieram com muita luta e compara, se não tivesse ocorrido mobilização, qual seria o tamanho dos salários. “Não fossem os PCs aprovados em 1996, 2002 e 2006, atualmente o salário de um analista judiciário em final de carreira seria de R$ 2.009,00”, compara um dos trechos.
Com imagens de mobilizações e textos, o vídeo mostra as adversidades e conquistas da categoria ao longo dos anos.
Destaca que algumas conquistas só vieram com muita luta e compara, se não tivesse ocorrido mobilização, qual seria o tamanho dos salários. “Não fossem os PCs aprovados em 1996, 2002 e 2006, atualmente o salário de um analista judiciário em final de carreira seria de R$ 2.009,00”, compara um dos trechos.
terça-feira, 15 de março de 2011
Diretora do Sintrajufe participa de conversa sobre filme “Cidade do silêncio”
Nesta quarta-feira, o dentro do Projeto Cine Sopapo e das atividades do Mês da Mulher, o Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo apresenta, às 18h, o filme Cidade do silêncio, com apoio do Sintrajufe. O filme mostra o trabalho de uma jornalista norte-americana que faz a cobertura de casos de estupros e desaparecimentos de mulheres na fronteira com o México e descobre que estão envolvidos grandes políticos e empresários. Logo após, haverá uma conversa crítica sobre a obra, com a participação da diretora do sindicato Silvana Klein e representantes da organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) Guayí, Levante da Juventude e Liga Brasileira de Lésbicas
O Projeto Cine Sopapo exibe sempre, às quartas-feiras, duas sessões de cinema, às 16h e à noite. As sessões da tarde estão focadas no público infanto-juvenil, enquanto as exibições noturnas são direcionadas à comunidade. O projeto comunitário cultural é aberto a todas as comunidades do Cristal e da cidade e funciona a partir da contribuição espontânea e voluntária do público na sugestão dos filmes.
O ciclo de filmes teve início em 2010 com a equipe do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, que é um espaço cultural desenvolivdo pela Guayí e executado no bairro Cristal. Os pontos de cultura, espalhados por todo o país, têm finamento do Ministério da Cultura para pormover a diversidade cultural brasileira, oferecem vários cursos, inclusão digital e alternativas de renda a população em situação de risco.
Serviço:
O que: filme Cidade do silêncio, seguido de debate
Onde: Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo (av. Capivari, 602), 18h
quinta-feira, 3 de março de 2011
Léo e Bia, filme de Oswaldo Montenegro, segue em cartaz até 13 de março no Cinebancários
O CineBancários (Rua General Câmara, 424) exibe até o dia 13 de março o primeiro filme do cantor Oswaldo Montenegro, Leo e Bia. O músico, responsável pela direção, roteiro e trilha sonora, participou da sessão de pré-estreia em Porto Alegre, que aconteceu no CineBancários na última terça, dia 22.
A trama de Léo e Bia se passa em Brasilia, no ano de 1973. No auge da ditadura militar, sete amigos, jovens como a cidade em que moram, sonham viver de teatro. Liderado pelo diretor Léo, o grupo leva adiante os ensaios de uma peça que tece comparações entre Jesus Cristo e o cangaceiro Lampião.
Enquanto a repressão política rola solta na Capital Federal e a liberdade sexual ainda é tabu, Bia se mostra cada vez mais prisioneira da obsessão de sua mãe, fazendo com que todos questionem, cada vez mais, os conceitos e valores da sociedade.
Léo e Bia é baseado no musical homônimo dos anos 80, que atraiu para os teatros mais 500 mil espectadores, mas não se trata de uma peça filmada, embora faça uso de apenas um único cenário. A produção foi rodada em 10 dias, no Rio de Janeiro, depois de cinco meses de ensaios com o elenco e um mês de experimentação com movimentos de câmera. O filme foi inteiramente produzido com recursos próprios e sem qualquer patrocínio.
Serviço:
- Filme Léo e Bia
- Sessões sempre de terça a domingo, às 15h, 17h e 19h.
- Recesso de carnaval: DE 5 A 8 de março.
- Ingressos: R$ 5 para o público e geral e R$ 2,50 para estudantes, idosos, bancários e jornalistas sindicalizados e funcionários do GHC.
- Telefone do Cinema: (51) 34331204 / 05
- Mais informações em http://cinebancarios.blogspot.com
A trama de Léo e Bia se passa em Brasilia, no ano de 1973. No auge da ditadura militar, sete amigos, jovens como a cidade em que moram, sonham viver de teatro. Liderado pelo diretor Léo, o grupo leva adiante os ensaios de uma peça que tece comparações entre Jesus Cristo e o cangaceiro Lampião.
Enquanto a repressão política rola solta na Capital Federal e a liberdade sexual ainda é tabu, Bia se mostra cada vez mais prisioneira da obsessão de sua mãe, fazendo com que todos questionem, cada vez mais, os conceitos e valores da sociedade.
Léo e Bia é baseado no musical homônimo dos anos 80, que atraiu para os teatros mais 500 mil espectadores, mas não se trata de uma peça filmada, embora faça uso de apenas um único cenário. A produção foi rodada em 10 dias, no Rio de Janeiro, depois de cinco meses de ensaios com o elenco e um mês de experimentação com movimentos de câmera. O filme foi inteiramente produzido com recursos próprios e sem qualquer patrocínio.
Serviço:
- Filme Léo e Bia
- Sessões sempre de terça a domingo, às 15h, 17h e 19h.
- Recesso de carnaval: DE 5 A 8 de março.
- Ingressos: R$ 5 para o público e geral e R$ 2,50 para estudantes, idosos, bancários e jornalistas sindicalizados e funcionários do GHC.
- Telefone do Cinema: (51) 34331204 / 05
- Mais informações em http://cinebancarios.blogspot.com
quarta-feira, 2 de março de 2011
Orçamento Participativo: colegas da Trabalhista de Novo Hamburgo fazem confraternização
Com verbas da cota do Orçamento Participativo destinadas ao interior, os colegas da Justiça do Trabalho de Novo Hamburgo confraternizaram no dia 1º de março. A atividade, um jogo de futebol seguido de churrasco, foi organizada pelos diretores de base Diogo Corrêa e Jacinto Bin.
Foi uma ação em busca do estreitamento das relações entre colegas no foro e também propiciar um ambiente mais favorável no momento em que precisarmos mobilizar o pessoal em torno das questões da categoria, explicam os diretores de base.
De acordo com Diogo, o esporte pode ser um grande agregador da categoria. “Com o OP do Sintrajufe, conseguimos promover o esporte, focando na geração de um ambiente propício à integração entre os servidores da Justiça do Trabalho de Novo Hamburgo”, afirmou o colega.
Foi uma ação em busca do estreitamento das relações entre colegas no foro e também propiciar um ambiente mais favorável no momento em que precisarmos mobilizar o pessoal em torno das questões da categoria, explicam os diretores de base.
De acordo com Diogo, o esporte pode ser um grande agregador da categoria. “Com o OP do Sintrajufe, conseguimos promover o esporte, focando na geração de um ambiente propício à integração entre os servidores da Justiça do Trabalho de Novo Hamburgo”, afirmou o colega.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Paulo Henrique Amorim: os cinco crimes capitais da Globo
Foto de Geórgia Pinheiro
No inesquecível encontro de blogueiros sujos em Fortaleza, o presidente do Instituto Barão de Itararé da Mídia Alternativa, Miro Borges, arrancou da plateia um minuto da vaia retumbante, quando bradou: William Bonner e a Fatima Bernardes não podem mais massacrar um candidato e pedir perdão a outro. E tome vaia.
Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada
A caminho da saída, um blogueiro sujo perguntou a este ansioso blogueiro que cadeira sugerir para um Curso de Jornalismo para Blogueiros Sujos em Pernambuco. Este ansioso blogueiro sugeriu um curso de nome “Os cinco crimes capitais da Globo”. E reproduziu o breve relato que tinha acabado de fazer a mil e tantas pessoas da plateia.
Primeiro crime capital.
A Globo começou como uma infratora. Ela não era a Globo quando nasceu, nas uma extensão do grupo americano Time-Life. O presidente Costa e Silva mandou o Roberto Marinho expulsar os americanos do Brasil. Delfim Netto, o ministro da Fazenda, chamou o Dr Roberto para conversar.
Dr Roberto disse que não tinha dinheiro para continuar. E, ou vendia a Globo, inteira, ao Time-Life, ou comprava a parte do Time-Life se o governo enchesse a programação da Globo de anúncios do governo, comprados pela tabela “cheia” de publicidade.
Tabela sem desconto. E ninguém no mundo vende publicidade na tevê pela tabela “cheia”. E Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa, a Eletrobrás – o governo militar encheu o Roberto Marinho de tabela cheia e ele comprou a parte dos americanos. Foi assim que a Globo se tornou “brasileira”.
Segundo crime capital.
Em 1982, a Globo coonestou numa patranha montada pelo governo Figueiredo para derrotar Leonel Brizola e dar a vitória a Wellington Moreira Franco, na campanha para governador do Rio. Foi a primeira eleição a usar computador no Brasil e o SNI operou uma empresa de “tecnologia” chamada Proconsult, que introduziu um “coeficiente Delta” no programa de apuração.
O “coeficiente Delta” tirava votos do Brizola e jogava na coluna dos “brancos” e “nulos”. O papel da Globo foi dar destaque às primeiras apurações da Proconsult, e anunciar na tevê, no rádio e no jornal que Wellington saía na frente e ia ganhar a eleição.
O papel da Globo era criar o fato consumado. Melar a apuração e levar para a Justiça Eleitoral. A Globo foi a precursora da Fox, que “elegeu” George Bush, antes de concluída a apuração, a vitória na eleição fraudada na Florida. Depois, a Suprema Corte confirmou a notícia da Fox.
A partir dessa tentativa de Golpe da Globo, Brizola passou a lutar pelo “papelzinho” da urna eletrônica. “Papelzinho” que já é lei, mas que a dra. Cureau, sempre imparcial, quer rasgar. Sobre esse tema, o ansioso blogueiro escreveu, com Maria Helena Passos o livro “Plim-Plim – a peleja do Brizola contra a fraude eleitoral”.
Terceiro crime capital.
No dia 25 de janeiro de 1984, no primeiro comício das diretas, o jornal nacional entrou ao vivo da Praça da Sé, em São Paulo, para dizer que aquela multidão estava ali para comemorar o aniversário da cidade.
Quarto crime capital.
A edição do jornal nacional na véspera da eleição de 1989. O jornal nacional editou o debate entre Collor e Lula com instruções expressas de Roberto Marinho: tudo de bom do Collor e tudo de mau do Lula.
Os autores da obra marinha foram o diretor de jornalismo Alberico de Souza Cruz e o editor de política, Ronald Carvalho. E editor que seguiu as instruções de Cruz e Carvalho, na ilha de edição, Octavio Tostes, deu histórico depoimento ao Sindicato dos Jornalistas do Rio, convidado pelo então diretor, Oswaldo Maneschy. E Tostes contou, ali, como foi a patranha. Cruz e Carvalho preferiram não aceitar o convite do Maneschy.
Nesta mesa edição do jn, foi feita uma pesquisa por telefone – naquela altura, 1989, só quem tinha telefone era branco de olhos azuis – que atestava que Collor tinha vencido o debate. Por fim, o jn se encerrava com um editorial de Alexandre Maluf Garcia – que continua a desempenhar o mesmo papel até hoje - para enaltecer a democracia: aquela democracia, que, logo antes, considerava que Collor vencera o debate.
Quinto crime capital.
Ali Kamel levou a eleição de 2006 para o segundo turno. Kamel, diretor de jornalismo ainda mais poderoso que Souza Cruz, omitiu o desastre da Gol em que morreram 154 brasileiros. (Porque dois pilotos americanos de um jato Legacy não ligaram o transponder.) Kamel omitiu a tragédia para não desmontar a paginação do jornal nacional, ali, na véspera da eleição do primeiro turno – Lula, x Alckmin. O jn estava montado para tratar, quase que exclusivamente, da foto do dinheiro dos “aloprados”.
Como se sabe, um delegado da policia federal de São Paulo (sempre São Paulo!), o famoso delegado Bruno (onde anda o delegado Bruno ?) esqueceu as pilhas de dinheiro dos aloprados em cima da mesa. E, sem que ele percebesse, ou por mera coincidência, o Rodrigo Bocardi, da Globo e a Lílian Christofoletti, da Folha, passavam ali, na hora, e fotografaram tudo. Uma coincidência impressionante !
Essa histórica edição do jn — talvez mereça capítulo dourado no próximo livro (sempre um best-seller) do Kamel — mostrou também a cadeira vazia do Lula, que não foi ao debate da véspera, na Globo. Um trabalho golpista irretocável. O Conversa Afiada tratou deste momento inesquecível da carreira fulminante de Kamel no post “O primeiro Golpe já houve. Falta o segundo”.
Este ansioso blogueiro se ofereceu ao blogueiro sujo de Pernambuco para dar seu testemunho pessoal a dois segmentos do curso. O do “crime da Proconsult” e o do “crime do debate do Collor”. Este ansioso blogueiro sugeriu também que o paraninfo da turma seja o Mino Carta. E que a turma tenha o nome de “Turma Ali Kamel – 2010.”
Do saite http://www.vermelho.org.br/.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Nesta terça-feira, Oswaldo Montenegro lançar seu primeiro filme no CineBancários
O CineBancários exibe até o dia 13 de março o primeiro filme do cantor Oswaldo Montenegro, "Leo e Bia". O músico, responsável pela direção, pelo roteiro e pela trilha sonora, participará da sessão de estreia em Porto Alegre, no CineBancários na terça, dia 22, às 19h, com entrada franca (é preciso chegar com meia hora de antecedência). As demais sessões, sempre 15h, 17h e 19h, terão entrada a R$ 5,00 para o público e geral e R$ 2,50 para estudantes, idosos, bancários e jornalistas sindicalizados e funcionários do GHC.
A trama de Léo e Bia se passa em Brasilia, no ano de 1973. No auge da ditadura militar, sete amigos, jovens como a cidade em que moram, sonham viver de teatro. Liderado pelo diretor Léo, o grupo leva adiante os ensaios de uma peça que tece comparações entre Jesus Cristo e o cangaceiro Lampião.
Enquanto a repressão política rola solta na Capital Federal e a liberdade sexual ainda é tabu, Bia se mostra cada vez mais prisioneira da obsessão de sua mãe, fazendo com que todos questionem, cada vez mais, os conceitos e valores da sociedade.
Léo e Bia é baseado no musical homônimo dos anos 80, que atraiu para os teatros mais 500 mil espectadores, mas não se trata de uma peça filmada, embora faça uso de apenas um único cenário. A produção foi rodada em 10 dias, no Rio de Janeiro, depois de cinco meses de ensaios com o elenco e um mês de experimentação com movimentos de câmera. O filme foi inteiramente produzido com recursos próprios e sem qualquer patrocínio.
Fonte: Imprensa/SindBancários
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Tomando forma
De dezembro (data das últimas imagens) a fevereiro, quando fizemos o vídeo atual, muita coisa mudou na obra da nova sede do Sintrajufe. As paredes externas já foram quase totalmente rebocadas e dá para ver a altura que o prédio terá. Continue acompanhando o blog e as novidades da ecossede.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Tudo em cima
As obras da ecossede seguem em ritmo avançado. Devido à greve e ao recesso, não postamos imagens. Então, muitos vão se surpreender vendo o quanto mudou. A área destinadas aos alojamentos, que pode ser vista à direita, no início do vídeo. Já estavam bem adiantadas quando captamos as imagens, em dezembro. Na semana que vem, vocês vão ter novas surpresas.
Se não conseguir visualizar o vídeo, acima, instale o Flash Player 10
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Oficina gratuita de ritmos afro-brasileiros com instrumentos reciclados
Dando continuidade às atividades do projeto Integração Afro-Sul Mirim em Dança II, será realizada nesta sexta-feira, 4 de fevereiro, a Oficina de Música (ritmos afrobrasileiros) com instrumentos musicais de percussão feitos de material reciclável e/ou renovável. A oficina gratuita será coordenada pelo músico e produtor Jorge Foques e ocorrerá das 17h às 19h, na sede do Afro-Sul Odomodê (av. Ipiranga, 3850, Porto Alegre). Os participantes devem ter entr e5 e 12 anoas de idade. As inscrições podem ser feitas pelos fones (51) 3391-1945 9911-5907.
As próximas oficinas:
Já estão abertas as inscrições para as próximas oficinas da segunda etapa do projeto Integração Afro-Sul Mirim em Dança II. As vagas são limitadas e as modalidades oferecidas são as seguintes:
• Oficina de Balé Clássico, com a professora, coreógrafa e diretora Victória Milanez - Dia 16 de fevereiro, quarta-feira, das 18h às 20h.
• Oficina de Nutrição e Higiene Pessoal, com a nutricionista Fabiane Severo – Dia 23 de fevereiro, quarta-feira, das 17h às 19h.
O projeto
O projeto Integração Afro-Sul Mirim em Dança II é uma proposta idealizada pela bailarina e coreógrafa Marilice Bastos e propõe um diálogo entre a dança contemporânea e a “cultura” e os ritmos afro-brasileiros. Pela segunda vez consecutiva, a iniciativa foi contemplada com o Prêmio de Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura 2010, financiado pelo Governo Federal, Ministério da Cultura – Secretaria de Cidadania Cultural, Cultura Viva, Mais Cultura e Fundação Nacional de Artes – Funarte.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Sindicalizado, venha buscar sua Agenda personalizada e o Calendário 2011 na Banca do Sintrajufe
![]() |
| Aqui as imagens da capa finalizada da Agenda 2011 e proposta inicial de arte |
Hoje é o dia de os servidores conferirem o trabalho dos artistas que trabalharam em várias fases do movimento de resistência ao regime militar no Brasil, utilizando o humor como veículo e como ferramenta de trabalho para enfrentar o bloqueio e a censura naqueles dias.
Ficou um time de muito peso! Foram 10 artistas consagrados e reconhecidos internacionalmente que o Sintrajufe homenageia na sua Agenda 2011: Ziraldo, Quino, Millôr Fernandes, Laerte, Jaguar, Henfil, Edgar Vasques, Santiago, Luis Fernando Verissimo e Apparício Torelly, conhecido como o Barão de Itararé; e ainda, os grupos Língua de Trapo, na música, e Snuff Puppets, no teatro.
Todos figuram nas aberturas de cada mês na Agenda 2011 - com destaque a sua biografia - um resumidíssimo histórico - que foi preparado para apresentar cada um e a sua obra, oferecendo ao leitor e usuário da agenda ao final um endereço na web em que pudesse ser aprofundado o conhecimento sobre cada artista.
Destacamos a colaboração de todos eles e, em especial àqueles que, contatados pela empresa que executou o projeto de arte, aprovaram o projeto e autorizaram o uso dos seus originais. Alguns artistas até contribuíram oferecendo, além dos seus desenhos, alguns dados pessoais e até a redação do texto final de suas biografias, o que tornou a Agenda de 2011 do Sintrajufe um projeto exclusivo e que agora pertence a toda categoria.
Venha buscar a sua nas Bancas instaladas nos prédios de Porto Alegre e conhecer esse trabalho.
Os colegas com lotação no interior do Rio Grande do Sul e os Aposentados e Pensionistas irão receber seus exemplares pelo Correio.
Da redação do Sintrajufe
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