sexta-feira, 26 de novembro de 2010

GREVE no RS - Ato Unificado dos Servidores pelo PCS e pela liberdade sindical






Servidores da Justiça do Trabalho e Eleitoral, de várias cidades do estado, em GREVE pelo PCS-4, e servidores da Federal de Porto Alegre e do interior, mobilizados, reuniram-se em um Ato Unificado no prédio-sede da Justiça Federal, em defesa da liberdade sindical e pela implementação do PL 6.613 no Orçamento da União de 2011.
Entre os convidados presentes, o Presidente da CUT-RS, o representante do Forum dos Servidores Públicos Estaduais e o Deputado Pepe Vargas - PT/RS, presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, onde está o PL 6.613/09.
A categoria descerrou uma placa com a reprodução da Consttituição da República Federativa do Brasil, contendo diversos incisos do Artigo 5°, das garantias individuais, que estão sendo cerceados  a partir da publicação da decisão da administração da Seção Judiciária.

Acordo para implementação do PL 6.613/09 ainda não está fechado com o governo federal, diz Ministro Cezar Peluso

Ministro Peluso - arquivo STF


Após ter desmarcado as audiências anteriores com representantes de servidores, o Ministro Presidente do STF, Cezar Peluso, recebeu ros Coordenadores da FENAJUFE na tarde do dia 25/11. A audiência ocorreu em Brasília, enquanto em Porto Alegre a categoria estava mobilizada em Ato Público Unificado defronte a Justiça Federal, no Parque da Harmonia. (veja notícia sobre o Ato no saite e no Blog)

O Ministro Peluso disse aguarda resposta do governo federal e que o acordo ainda não foi fechado para a votação do PL 6613/09.Os Coordenadores da FENAJUFE relataram que foi rápida a conversa, durante intervalo da sessão e que o Presidente do Supremo se limitou a dizer que espera fechar um acordo com o Palácio do Planalto até o dia 5 ou 6 de dezembro, quando poderá ser votado o parecer da proposta de Lei Orçamentária Anual de 2011 na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, caso não haja alteração no calendário.
Sem mencionar números, o presidente do STF disse à Fenajufe que, segundo o relator da proposta da LOA, senador Gim Argello (PTB-DF), já há um valor reservado para iniciar o pagamento do Plano de Cargos e Salários em 2011, caso seja fechado um acordo.

Pressão pelo Projeto e a GREVE nos estados  

A reunião entre a Fenajufe e o presidente do STF finalmente ocorreu, mas o resultado não apontou avanço efetivo nas negociações com o Executivo. Na avaliação dos coordenadores da Fenajufe, os próximos dias serão cruciais para pressionar o STF e o Executivo a fecharem o acordo e incluir a previsão orçamentária na proposta da LOA de 2011. A reunião de hoje no STF deixou claro que ainda é preciso muita pressão para garantir a aprovação do PL 6613/09 ainda este ano e sua implementação a partir de janeiro do ano que vem. Por isso, a orientação é que os sindicatos que já estão em greve intensifiquem as mobilizações visando o aumento das adesões da categoria.

É importante também que aqueles que ainda não aprovaram a deflagração do movimento grevista continuem as atividades nos locais de trabalho para conscientizar a categoria sobre a importância das pressões nesse momento e consigam construir a greve por tempo indeterminado.

O coordenador Zé Oliveira reforça que, embora a reunião de hoje tenha sido importante, somente a mobilização garantirá o objetivo final da categoria, que é a aprovação do novo Plano de Cargos e Salários. “A greve nos onze estados e atos, como o realizado ontem em Brasília, são demonstração de força e unidade da categoria. Frente à resistência do governo em conceder o reajuste e a posição pouco comprometida do STF, superar esses entraves e mobilizar a categoria é tarefa de todos os sindicatos, neste momento, para garantir a vitória final”, ressalta. Zé. 

No Rio Grande do Sul, a assembleia geral realizada no dia 25 de novembro deliberou pela continuidade da GREVE e intensificação das mobilizações.

Fonte: com informações da Fenajufe

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Publicado no Correio do Povo: A Revolta da Chibata

Revolta da Chibata, comandante, imediato e mais oficiais do São Paulo, na revolta dos marinheiros

Rio, 26/11/1910

A Revolta da Chibata completa cem anos dia 22 de novembro. A sublevação eclodiu na Baía de Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, capital da nova República. Os marujos brasileiros, a cada ato de infração, eram tratados como escravizados da época do Império. A punição mais frequente era o uso do látego às costas. A carreira militar nos quadros da Marinha se caracterizava, em virtude de uma produção agrária voltada à exportação e de um mercado interno fraco, como uma das poucas oportunidades de trabalho para as populações pobres, incluindo jovens negros que vislumbravam ascensão social poucos anos após a abolição da escravatura.
Com a modernização tecnológica da frota, um grande número de marinheiros brasileiros partiu em 1906 para a Grã-Bretanha, a fim de conhecer e aprender o manuseio dos poderosos navios de guerra que estavam sendo construídos. Eram os encouraçados Minas Gerais e São Paulo. Ao retornarem, os marujos, conscientes das novas relações de trabalho, tornaram-se homens especializados, sendo artilheiros, eletricistas e mecânicos. Aprenderam, também, os aspectos da cidadania, estas vinculadas às ideologias trabalhistas e sociais vigentes na Europa. Outro acontecimento que encorajou a revolta foi o motim ocorrido no navio russo Potemkin, em 1905. Na ocasião, os rebelados russos recusavam-se a comer carne estragada.
Retornando ao Brasil, no campo político devido à disputa eleitoral entre civilistas x militaristas, representados por Rui Barbosa x Hermes da Fonseca, os marujos percebem um momento favorável à alteração de suas condições, já que Rui Barbosa defendia as reclamações dos setores subalternos das Forças Armadas. O vencedor do pleito foi o militar Hermes da Fonseca. Cabe ressaltar que o chicote e os castigos físicos tinham sido abolidos em vários países, como França, Rússia, Inglaterra e Espanha. Portanto, aquele tratamento era um anacronismo e um problema a ser resolvido.
Em 1910, as condições de trabalho dos marinheiros eram degradantes e o castigo físico uma realidade. Era um paradoxo: a moderna Marinha brasileira tratando seus marujos aos moldes escravistas. Importante ressaltar que 90% da marujada eram negros e 10% oficiais da ainda poderosa elite agrária. Era um barril de pólvora prestes a explodir. O que aconteceu após a condenação do marinheiro Marcelino Rodrigues, sentenciado a 250 chibatadas por ato de indisciplina.
No dia 22 de novembro, os marinheiros sob a liderança de João Cândido dominam os modernos navios da frota nacional mirando seus pesados canhões à Baia de Guanabara.
O presidente recém-empossado da República, Hermes da Fonseca, bem como a elite da época, estavam incrédulos. Era o início da Revolta da Chibata.

ARILSON DOS SANTOS GOMES

Historiador

Fonte: Jornal Correio do Povo, Edição de 22/11/2010, p. 2.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Depoimento da coordenadora da Secretaria de Formação, Cultura e Lazer, Bárbara Kern Wilbert, e da assessora Ana Paula Faria.
  
                                    

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Concursos Sintrajufe: divulgados nomes dos vencedores

                                                              
No próximo dia 22 de outubro será conhecida a classificação dos vencedores, por categoria, nos Concursos Literário Mario Quintana e Fotográfico promovidos pelo Sintrajufe. A cerimônia de premiação será a partir das 20h, no auditório do SindBancários (Rua Gal. Câmara, 424), em Porto Alegre.


Abaixo, as listas com os nomes por ordem alfabética.

Concursos Sintrajufe: divulgados nomes dos vencedores
• André Telucazu Kondo - Jundiaí/SP
• Clerio Hickmann - Porto Alegre/RS
• Denise Muller Garateguy - Canoas/RS
• Edilson Paulo Lima dos Santos - Formosa do Rio Preto/BA
• Eduardo de Paula Nascimento - Franca/SP
• Fabíola Santos Rangel - Curitiba/PR
• Flavio Augusto Lanzarini de Carvalho - Rio de Janeiro/RJ
• Guilherme Villa Verde Castilhos - Porto Alegre/RS
• João Bosco da Encarnação - São José dos Campos/SP
• Leonardo Schneider - Sindicalizado - Divisão de Publicações TRF
• Roque Aloisio Weschenfelder - Santa Rosa/RS
• Simone Guerra - São João Del Rei/MG

Vencedores do concurso fotográfico

Categoria Sintrajufe
• Angelo Kirst Adami - 17ª VT de Porto Alegre
• Claudia Geisel - Div. Pagto. Pessoal TRF
• Gutemberg Rodrigues Ostemberg - Gab. Vice-Pres. TRF
• Hilton S.Lebarbenchon Lemos - Div. de Apoio Judiciário TRF
• Miguel Angelo Matiello - Gab. Dir. Geral TRT
• Miriam Marroni - Secr. 5ª Turma TRT

Categoria Geral
• Corália Elias Marinho Moraes - Goiânia/GO
• Carlos Leite Soares - Jacareí/SP
• José Benedito de Oliveira - Porto Alegre/RS
• Mário Avila de Oliveira - Porto Alegre/RS
• Neida Marques Vieira - Porto Alegre/RS
• Paola Pereira da Cunha - Rio de Janeiro/RJ
• Rudimar Neves Gomes - Porto Alegre/RS

terça-feira, 24 de agosto de 2010


A Mardoce Produções convida você a assistir o Show Mokambo de Otávio Segala e Berbel, que receberam em 2008 três indicações ao Prêmio Açorianos de Música com o CD Mokambo.

Sindicalizados tem 50% de desconto para este espetáculo mediante apresentação da carteira do Sintrajufe ou contra-cheque.
Show Mokambo – Otávio Segala e Berbel
Data: 31/08/2010
Hora: 21:00 hs
Local: Teatro Renascença (Av. Érico Veríssimo, 307)
Ingressos: R$ 20,00 (50% de desconto para estudantes, classe artística, Clube Assinante ZH, municipários e terceira idade)

Para conhecer um pouco sobre o trabalho acesse os links:
http://www.otaviosegala.com.br/
www.myspace.com/osegala
www.youtube.com/watch?v=PX7z5UYGUew&feature=search

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

PALAVRA – alegria da influência


Encontro literário de GUTO LEITE e PAULO SEBEN
Dia 13 de agosto – Sexta, 19h
PALAVRARIA (Rua Vasco da Gama, 165 – tel. 3268-4260)
Entrada franca
Informações: 3268-4260 ou 9892-3603
Produção/Realização: Jornal VAIA
Apoio: Livraria PALAVRARIA
Contatos para divulgação: Fernando Ramos (jornalvaia@gmail.com e 51-9892-3603)

Sobre os autores:
Guto Leite
poeta e compositor. Publicou os livros "Reflexos"(FEME, 2000), "Sintaxe da Última Hora" (Scortecci, 2006) e "Poemas Lançados Fora"(7Letras, 2007), além de premiado em diversos concursos literários e presente em diversas coletâneas de poesia. Cantor e compositor premiado em alguns festivais de canção, juntamente com a banda Abracabrália, da qual faz parte desde 2007. Roteirista dos filmes de curta-metragem "Bons sonhos, Maria"(2006), "Revés" (2009) e "Estado Senil" (2009). Argumentista da personagem Júlio César, que foi publicado pela primeira vez em setembro último. Dramaturgo, contista e romancista ainda inédito. Linguista pela Unicamp, especialista e mestrando em Literatura Brasileira pela UFRGS. Seu mais recente livro de poesia é "Zero um" (7Letras, 2010).


Paulo Seben
escritor antes mesmo de ser alfabetizado, letrista de rock e MPG (MúsicaPopular Gaúcha, para os de Além-Mampituba), ex-violonista, ex-basqueteiro, ex-um-monte-de-coisas, obtive o segundo lugar no Concurso de Contos da Bienal do Livro de Londrina/PR em 1988, Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos/Prêmio Paraná e, 1999, e ganhei o Prêmio Gaúcho de Literatura na categoria Poesia em 1998. Publiquei Tango da Independência (Unidade Editorial da SMC-POA, 1995), Mr. Hayde e o Homem-Tronco(fevereiro de 1988, disponível desde 2004 no site www.lojadosubsolo.com), Poemas Podres (ora enfim publicado), O Uraguai de Basílio da Gama (Ed. Feevale, 2001), Caderno Globo 33(Instituto Estadual do Livro, 2002), A Escrava Isaura (adaptação para neoleitores, L&PM, 2003), além de ter participado de um monte de antologias. Professor desde 1979, atualmente na UFRGS, sou Doutor em Letras, pai da Julia, casado, fútil, quotidiano e tributável.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ECOSSEDE: Construção pensada coletivamente para a categoria e para o planeta

As obras da Ecossede, que dará uma nova dimensão à estrutura do Sintrajufe, estão andando de vento em popa. Num primeiro momento, o local abrigará espaço para reuniões, assembleias, oficinas, atividades culturais e alojamentos. A previsão é que a primeira etapa da obra seja disponibilizada para a categoria em dezembro deste ano. Quando estiver concluída, a sede terá 566 metros quadrados, abrigando diversos serviços aos trabalhadores.

Respeito ao patrimônio dos trabalhadores
As melhorias na sede atendem a uma reivindicação e necessidade dos servidores. A construção da Ecossede, no entanto, respeita a memória e o patrimônio da categoria. Assim, o projeto foi idealizado de forma a preservar a atual construção, datada de 1912, na posição da entrada do terreno.


Alojamento: um antigo sonho será realizado
A nova sede terá uma estrutura de alojamento. A idéia é proporcionar aos trabalhadores que se deslocam do interior para atividades em Porto Alegre, que tenham um lugar confortável, seguro e agradável para ficar, sem maiores despesas. Esta ação atende a um antigo sonho da categoria. Na primeira etapa serão disponibilizados dez alojamentos, com toda a infra-estrutura. No final da obra, o total de alojamentos será de 20, dispostos em dois pavimentos. Isso representará, ainda, uma economia para o Sindicato com despesas com hotéis e deslocamentos dos sindicalizados. 
Cultura, lazer a responsabilidade social
A nova sede foi pensada de forma a melhorar ainda mais o atendimento prestado aos trabalhadores. Mas além das atividades administrativas, foi levado em consideração o aspecto da responsabilidade social do Sindicato. Neste sentido, haverá espaços para atividades culturais, exposições e cafeteria, com local para venda de produtos em parceria com setores da economia solidária. Estão previstas mais salas, modernas e com recursos tecnológicos, para ampliar a oferta de oficinas, saraus reuniões e outras atividades culturais.

Acessibilidade
Dando continuidade a sua política de respeito às diferenças, a nova sede terá estrutura de acessibilidade universal. Serão implantados elevadores, escadas podotáteis, sanitários de acordo com as normas regulamentadoras, entre outros itens.

Diálogo com os “vizinhos”
Dado aos impactos durante o andamento das obras e o respeito à comunidade, o Sintrajufe teve a preocupação de buscar o diálogo com as pessoas que moram no entorno. Uma ação de comunicação foi desenvolvida informando sobre as etapas da obra. Também houve cuidado com as especificações da lei municipal para construção.

Cuidados com o meio ambiente
Coerente com os princípios que norteiam o Sindicato, a obra foi pensada e está sendo desenvolvida levando em conta as questões ambientais. O objetivo é garantir a convivência entre os fatores humanos e ambientais. Ciente da interferência de projetos de construção civil no ambiente, o Sintrajufe buscou conciliar as duas questões, desenvolvendo para a sede um projeto de construção sustentável. Esta proposta leva em conta aspectos ambientais, econômicos, sociais e culturais.
Itens como consumo de água, de energia, possibilidades de reutilização de materiais, sensores de luminosidade, que aproveitam ao máximo a luz natural, são alguns que estão sendo levados em consideração desde a obra e se prolongam na dinâmica de funcionamento da sede.
“Queremos oferecer o melhor para a categoria, valorizar o seu patrimônio, mas também, destacar a contribuição dos trabalhadores do judiciário federal para melhorar a relação de vida entre as pessoas e o meio ambiente em que vivem”, destacou a diretora de comunicação do Sintrajufe, Cristina Lemos.


Princípios e ações previstas na construção da Ecossede:
1. Reutilização e reciclagem dos materiais oriundos da demolição:
- Encaminhamento dos materiais reutilizáveis para revenda; dos recicláveis para sucateiro autorizado; e da caliça para uso em aterro de obra licenciada.
2. Utilização racional de todas as formas de água:
- Aproveitamento de águas pluviais para descarga de bacias e irrigação.
- Uso de torneiras de fechamento automático.
- Caixa de descarga econômica.
3. Utilização racional do uso de energia:
- Iluminação com lâmpadas de alta eficiência/baixo consumo.
- Desligamento seletivo da iluminação, para aproveitamento da luz natural.
- Uso de sensores de presença para desligamento automático da iluminação.
4 . Buscar maximizar a durabilidade das edificações existentes e prever longa durabilidade nas novas.
5. Utilizar materiais menos impactantes e preferencialmente da região (redução dos custos de transporte e emprego da mão-de-obra local):
- Portas internas e painéis externos de madeira certificada.
6. Otimização da capacidade multifuncional dos espaços:
- Implantação de espaço de usos múltiplo no Centro Cultural (sala de reuniões, salas de oficinas e auditório).
7. Integrar a construção ao entorno evitando fragmentação/segregação de caráter comunitário:
- Comunicação com os vizinhos informando sobre todas as etapas da obra.
- Cumprimento do Plano Diretor e legislação municipal.
8. Respeitar a história e cultura local:
- Preservação do prédio histórico, construído em 1912.
9. Prever relações espaciais que permitam a utilização da construção por pessoas portadoras de deficiências físicas e/ou idosos:
- elevador no bloco administrativo
- plataformas motorizadas junto às escadas externas
- todos os sanitários acessíveis pela NBR 9050
- Pisos podotáteis
10. Utilização de princípios da arquitetura bioclimática (menor dependência de sistemas ativos de resfriamento/aquecimento e iluminação):
- Uso de tijolos de vidro nas divisas para melhor iluminação natural.
- Uso de brises para sombreamento da fachada norte.
- Projeto com adequada proporção entre paredes cegas/vãos de esquadrias.
11. Previsão de um ambiente que possibilite o desenvolvimento de atividades geradoras de renda própria ou em parceria com sujeitos da economia solidária:
- Previsão de espaços para cafeteria e exposição/comercialização de produtos da economia solidária.
12. Favorecimento da biodiversidade:
- Implantação de terraços jardim e coberturas vegetáveis, com redução de carga térmica e recuperação de área verde.
- Uso de pavimentação permeável no pavimento térreo.
13. Gestão racional dos resíduos sólidos (redução, reaproveitamento, reciclagem), inclusive, prevendo compostagem.
14. Valer-se dos mesmos princípios para especificação de equipamentos e móveis.
15. Zelar pelas condições de trabalho e direito dos trabalhadores envolvidos com a construção.
16. Incentivar o uso de transporte alternativo - Instalação de bicicletário.

Acompanhe o andamento dos trabalhos, opine, sugira e participe. Esta construção também é sua.